Avaliação completa das infecções sexualmente transmissíveis com ênfase no HPV urológico. Tratamento eficaz, sigiloso e orientação para proteção duradoura.
Atendimento especializado no Rio de Janeiro.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos e podem ser transmitidas principalmente por meio do contato sexual sem proteção.
Entre elas, o HPV – Papilomavírus Humano – merece atenção especial por ser uma das infecções sexualmente transmissíveis mais frequentes e por estar relacionado tanto ao aparecimento de verrugas genitais quanto ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer. Muitas ISTs podem permanecer por longos períodos sem provocar sintomas. Por esse motivo, uma pessoa pode apresentar uma infecção e transmiti-la mesmo sem saber.
O HPV é um vírus que infecta a pele e as mucosas. Existem diversos tipos de HPV, alguns associados principalmente ao aparecimento de verrugas genitais, conhecidas como condilomas, e outros considerados de maior risco por sua relação com determinados tipos de câncer.
Na população masculina, o HPV pode estar associado a lesões no pênis, bolsa escrotal, região pubiana, períneo e região anal. Alguns tipos do vírus estão relacionados ao desenvolvimento de câncer de pênis, ânus e orofaringe. Entretanto, apresentar HPV não significa que o paciente desenvolverá câncer. Na maioria dos indivíduos, o sistema imunológico consegue controlar ou eliminar a infecção espontaneamente.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato direto da pele ou das mucosas durante a atividade sexual, incluindo relações vaginais, anais e orais. Como o HPV pode estar presente em áreas da região genital que não são cobertas pelo preservativo, o uso de camisinha reduz significativamente o risco de transmissão, mas não oferece proteção absoluta contra o vírus. Uma pessoa também pode transmitir HPV mesmo sem apresentar verrugas ou qualquer outro sinal aparente.
Muitos homens infectados pelo HPV não apresentam sintomas. Quando surgem manifestações, a mais conhecida é o aparecimento de verrugas genitais, que podem ser únicas ou múltiplas e apresentar diferentes tamanhos e formatos. As lesões podem surgir no pênis, especialmente na glande e no prepúcio, além da região pubiana, bolsa escrotal, períneo e região perianal. Qualquer lesão genital que persista ou apresente crescimento, sangramento, alteração de cor ou aspecto diferente do habitual deve ser avaliada por um médico.
Na maioria dos homens, o diagnóstico das verrugas provocadas pelo HPV é realizado pelo exame clínico durante a consulta urológica. Em situações específicas podem ser utilizados exames complementares ou realizada uma biópsia da lesão, especialmente quando o aspecto não é típico ou existe necessidade de excluir outras doenças. O diagnóstico também é importante porque nem toda lesão ou verruga genital é causada pelo HPV.
Não existe um medicamento capaz de eliminar diretamente o HPV do organismo. O tratamento é direcionado principalmente às lesões causadas pelo vírus. As verrugas genitais podem ser tratadas por diferentes métodos, dependendo do número, tamanho, localização e características das lesões.
Entre as opções estão medicamentos aplicados diretamente sobre as verrugas, cauterização, crioterapia, procedimentos com laser ou retirada cirúrgica das lesões. Mesmo após o tratamento, podem ocorrer novas verrugas, especialmente nos primeiros meses, pois o vírus pode permanecer presente na pele mesmo quando nenhuma lesão é visível. Por esse motivo, o acompanhamento médico é importante.
A vacinação contra o HPV é uma das principais formas de prevenção da infecção e das doenças relacionadas ao vírus. A vacina protege contra importantes tipos de HPV associados às verrugas genitais e a diferentes tipos de câncer. A maior proteção é obtida quando a vacinação ocorre antes do início da vida sexual, mas adultos também podem ter indicação da vacina em determinadas situações. A avaliação deve considerar idade, histórico de vacinação e características individuais de cada paciente.
Além do HPV, outras infecções sexualmente transmissíveis importantes incluem: Sífilis, Uretrites, Herpes genital, HIV, Hepatites B e C e balanopostites. Cada uma dessas infecções apresenta formas diferentes de transmissão, sintomas, diagnóstico e tratamento.
Algumas ISTs não provocam qualquer manifestação. Quando existem sintomas, podem ocorrer: Ardência ou dor ao urinar; Corrimento ou secreção pela uretra; feridas na região genital; Verrugas; pequenas bolhas dolorosas; Coceira; Dor ou desconforto nos testículos; Dor durante as relações sexuais; Ínguas na região da virilha; Sangramento ou lesões na região genital. A presença desses sintomas deve motivar uma avaliação médica.
A prevenção envolve diferentes estratégias. O uso adequado de preservativos reduz de maneira importante o risco de transmissão de diversas ISTs. A vacinação contra HPV e hepatite B também representa uma importante forma de proteção. Além disso, pessoas sexualmente ativas, especialmente quando possuem novos ou múltiplos parceiros, podem se beneficiar da realização periódica de testes para determinadas ISTs. O diagnóstico precoce permite tratar adequadamente a infecção e reduzir o risco de transmissão para outras pessoas.
Dependendo da infecção diagnosticada, a avaliação e, em alguns casos, o tratamento dos parceiros sexuais são fundamentais. Isso é especialmente importante em determinadas infecções bacterianas, como gonorreia e clamídia, nas quais o tratamento apenas de uma das pessoas pode favorecer novas transmissões entre o casal. No HPV, a abordagem é diferente. O parceiro não necessariamente apresentará lesões, mas deve ser orientado sobre prevenção, vacinação e necessidade de avaliação caso apareçam alterações genitais.
O urologista deve ser procurado sempre que houver aparecimento de verrugas, feridas, secreção uretral, ardência ao urinar ou qualquer alteração genital. Também é recomendável buscar orientação após uma situação de possível exposição a uma IST, mesmo na ausência de sintomas. Evitar a automedicação é importante. O uso inadequado de antibióticos ou produtos aplicados diretamente sobre lesões genitais pode dificultar o diagnóstico e até agravar algumas condições. A avaliação adequada permite identificar a causa do problema, solicitar os exames necessários e indicar o tratamento correto.
Avaliação clínica detalhada da genitália externa e uretra para identificação de lesões por HPV, corrimentos e outras alterações associadas às ISTs urológicas.
Exame molecular de alta sensibilidade que detecta e identifica os tipos de HPV presentes, diferenciando cepas de baixo risco (condilomas) de alto risco (oncogênicas), fundamentais para o manejo clínico.
Triagem completa para sífilis, HIV, hepatites B e C, gonorreia e clamídia. Diagnóstico abrangente e sigiloso para orientar o tratamento e o cuidado do parceiro.
Remoção eficaz dos condilomas acuminados (verrugas genitais) por eletrocauterização ou crioterapia. Procedimento ambulatorial de curta duração, com alta taxa de resolução das lesões visíveis.
Aplicação de substâncias tópicas (imiquimode, ácido tricloroacético) para eliminar lesões acessíveis e estimular a resposta imunológica local. Indicado para lesões de menor extensão e como complemento ao tratamento cirúrgico.
A vacina contra HPV é altamente eficaz na prevenção das cepas mais prevalentes. Orientação completa sobre vacinação, uso de preservativos e rastreamento periódico para proteção continuada do paciente e do parceiro.
Agende sua consulta com total sigilo e receba o diagnóstico e o tratamento adequados para as ISTs. Cuidar da saúde sexual é um ato de responsabilidade e autocuidado.