UROLOGIA DE ALTA PERFORMANCE

Excelência no Tratamento dos Cálculos Renais

Diagnóstico preciso e tratamento moderno para eliminar pedras nos rins com o mínimo de desconforto. Tecnologia minimamente invasiva para recuperar sua qualidade de vida com segurança.

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Atendimento especializado no Rio de Janeiro.

O que são os Cálculos Renais?

O cálculo renal, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma condição muito frequente e ocorre quando determinadas substâncias presentes na urina se concentram e formam cristais, que podem aumentar progressivamente de tamanho. Esses cálculos podem permanecer dentro do rim sem provocar sintomas ou se deslocar para o ureter, canal que conduz a urina do rim até a bexiga. Quando isso acontece, podem causar a conhecida cólica renal, geralmente caracterizada por dor intensa.

Pessoas terá ao menos um cálculo renal ao longo da vida
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Atendimentos de urgência por cólica renal por ano no Brasil
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"Tratar o cálculo é urgente. Entender por que ele se formou é o que evita que ele volte."

Quais são os sintomas?

A cólica renal costuma surgir de forma súbita e provocar dor forte na região lombar ou lateral do abdome, podendo irradiar para a parte inferior do abdome e para a região genital.

Outros sintomas que podem estar associados incluem:

  • sangue na urina;
  • náuseas e vômitos;
  • aumento da frequência urinária;
  • ardência ao urinar;
  • sensação de urgência para urinar.

A intensidade da dor nem sempre está relacionada ao tamanho do cálculo. Pequenos cálculos podem causar sintomas importantes quando obstruem o ureter. A presença de febre ou calafrios associada à obstrução urinária merece atenção imediata, pois pode indicar uma infecção do trato urinário associada ao bloqueio da drenagem do rim, situação que pode necessitar de tratamento de urgência.

Por que os cálculos renais se formam?

A formação dos cálculos geralmente resulta da combinação de diferentes fatores.

Entre os principais estão:

  • baixa ingestão de líquidos;
  • excesso de sal na alimentação;
  • alterações metabólicas;
  • fatores genéticos;
  • algumas doenças intestinais;
  • obesidade;
  • determinados medicamentos;
  • alterações anatômicas do trato urinário.


Existem diferentes tipos de cálculos urinários. Os mais comuns são formados por cálcio, principalmente oxalato de cálcio, mas também existem cálculos de ácido úrico, estruvita, cistina e outras composições. Identificar o tipo de cálculo e os fatores que favoreceram sua formação pode ser importante principalmente nos pacientes que apresentam episódios repetidos.

Como é feito o diagnóstico?

A avaliação inclui a história clínica, exame físico e exames laboratoriais e de imagem. A tomografia computadorizada sem contraste é um dos principais exames utilizados na investigação da cólica renal, pois permite identificar com precisão a localização, o tamanho e a quantidade de cálculos, além de avaliar se existe obstrução do trato urinário. A Ultrassonografia, a radiografia e outros exames também podem ser utilizados de acordo com cada situação.

Todo cálculo renal precisa ser operado?

Não.

Muitos cálculos pequenos podem ser eliminados espontaneamente pela urina, principalmente quando estão localizados no ureter e apresentam características favoráveis à eliminação. Nesses pacientes, podem ser utilizados medicamentos para controle da dor e, em casos selecionados, medicações que auxiliam na expulsão do cálculo. Entretanto, cálculos maiores, obstrução persistente do rim, dor de difícil controle, comprometimento da função renal, infecção ou baixa possibilidade de eliminação espontânea podem indicar necessidade de tratamento intervencionista.

Quais são as opções de tratamento?

A escolha do tratamento depende principalmente do tamanho, localização e composição provável do cálculo, além da anatomia do paciente, presença de infecção e condições clínicas.

Entre as principais opções estão:

  • Litotripsia extracorpórea por ondas de choque, que utiliza ondas para fragmentar determinados cálculos;
  • Ureterolitotripsia, na qual instrumentos muito finos são introduzidos pelo canal urinário até alcançar o cálculo;
  • Cirurgia intrarrenal retrógrada, realizada com ureteroscópio flexível com fragmentação do cálculo a laser para acessar cálculos localizados dentro do rim;
  • Nefrolitotripsia percutânea, utilizada principalmente para cálculos renais maiores ou mais complexos. Neste procedimento precisa ser feito um acesso percuâneo nas costas para fragmentar e retirar os cálculos

Prevenir também faz parte do tratamento

Quem já apresentou um episódio de cálculo renal possui maior risco de desenvolver novos cálculos no futuro. Por isso, o tratamento não deve se limitar apenas à retirada da pedra. Dependendo do caso, pode ser indicada uma avaliação metabólica com exames de sangue, análise da urina de 24 horas e estudo da composição do cálculo.

Medidas como hidratação adequada, redução do consumo excessivo de sal e ajustes individualizados na alimentação podem reduzir o risco de novos episódios. O acompanhamento com um urologista permite não apenas escolher o melhor tratamento para o cálculo atual, mas também investigar suas causas e estabelecer estratégias para prevenir a formação de novas pedras.

Prevenção e Cuidado

Destaques do Diagnóstico

Tomografia Computadorizada

Exame padrão-ouro para identificar cálculos renais. Detecta pedras de qualquer composição, determina tamanho, número e localização exata, orientando a escolha do tratamento mais eficaz.

Ultrassonografia Renal e de Vias Urinárias

Método seguro e sem radiação, ideal para triagem e acompanhamento. Avalia a presença de hidronefrose (dilatação do rim), sinalizando obstrução que exige intervenção imediata.

Análise Metabólica e de Composição do Cálculo

Exames laboratoriais e análise do cálculo eliminado para identificar a causa da formação. Fundamental para o tratamento preventivo personalizado e a redução do risco de recidiva.

Opções Terapêuticas Customizadas

01

Litotripsia Extracorpórea por Ondas de Choque (LECO)

Tratamento não invasivo que utiliza ondas de choque para fragmentar cálculos de até 2 cm em partículas eliminadas naturalmente pela urina. Não exige internação ou anestesia geral, sendo realizado em regime ambulatorial com rápido retorno às atividades.

02

Ureteroscopia com Laser (Holmium/Thulium)

Introdução de um ureteroscópio flexível pelo canal urinário natural, sem incisões, para visualizar e fragmentar o cálculo com laser de alta precisão. Indicada para cálculos no ureter e no rim, com altíssimas taxas de resolução e recuperação em 24 a 48 horas.

03

Nefrolitotripsia Percutânea (NLP / Mini-PCNL)

Para cálculos de grande volume (acima de 2 cm) ou coraliformes, uma pequena punção no flanco permite acesso direto ao rim para fragmentação e remoção do cálculo. A técnica Mini-PCNL utiliza instrumentos de menor calibre, reduzindo o risco de sangramento e o tempo de internação.

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